Resumo do artigo
- Informações atualizadas para 2026
- Referências de taxas e condições BMG/Help
- Análise personalizada com a Riber — condições variam conforme perfil
7 mitos sobre o consignado que você precisa parar de acreditar
Mito 1: "O governo vai acabar com o consignado"
Verdade: O consignado INSS é regulamentado por lei e movimenta mais de R$ 236 bilhões. Não há nenhuma proposta legislativa para extinguí-lo. O que muda são as regras de proteção (biometria, teto de juros).
Mito 2: "Se eu pegar consignado, perco a aposentadoria"
Verdade: O consignado é um desconto na aposentadoria, não uma troca. Seu benefício continua ativo normalmente. A parcela é descontada antes do depósito, mas o restante é seu.
Mito 3: "Negativado não pode contratar"
Verdade: No consignado INSS, a maioria dos bancos NÃO consulta SPC/Serasa. A aprovação depende da margem, não do nome limpo.
Mito 4: "Todos os bancos cobram a mesma taxa"
Verdade: As taxas variam significativamente. O teto é 1,85%, mas há bancos cobrando a partir de 1,39%. Comparar é fundamental.
Mito 5: "Portabilidade tem custo"
Verdade: A portabilidade é gratuita por lei. Nenhum banco pode cobrar para transferir seu contrato.
Mito 6: "É melhor pegar empréstimo pessoal"
Verdade: O empréstimo pessoal comum cobra 5% a 8% ao mês. O consignado INSS cobra 1,66% a 1,85% no BMG. A diferença é de até 5 vezes mais caro.
Mito 7: "Correspondente bancário não é confiável"
Verdade: Correspondentes autorizados como a Riber (CNPJ 04.380.132/0001-47) são regulamentados pelo Banco Central e operam em nome de bancos como BMG, Itaú, PAN e Daycoval. São verificáveis e seguros.
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Desinformação sobre consignado custa dinheiro — literalmente. Veja os mitos que circulam em grupos de WhatsApp e redes sociais, e a verdade por trás de cada um:
Mito 1: "O INSS pode cortar minha aposentadoria se eu fizer consignado"
Verdade: O INSS não corta aposentadoria por causa de empréstimo. O consignado é um direito legal do aposentado, regulamentado pelo governo. O máximo que acontece é o desconto da parcela (até 35% do benefício), mas o restante continua sendo depositado normalmente.
Mito 2: "Se eu morrer, meus filhos herdam a dívida"
Verdade: Na grande maioria dos contratos de consignado INSS, o seguro prestamista quita a dívida em caso de falecimento. Os herdeiros não herdam dívidas de consignado. Se não houver seguro, a dívida é descontada do espólio (bens deixados), mas nunca cobrada diretamente dos filhos.
Mito 3: "Consignado é a mesma coisa que agiota"
Verdade: Agiotagem é crime e envolve taxas abusivas sem regulamentação. O consignado tem teto de juros definido pelo governo (1,85% em 2026), é oferecido por bancos autorizados pelo Banco Central e fiscalizado por múltiplos órgãos. Comparar consignado com agiotagem é como comparar um hospital com uma clínica clandestina.
Mito 4: "Quem tem consignado não pode fazer portabilidade"
Verdade: A portabilidade é um direito garantido pelo Banco Central para qualquer contrato de consignado ativo. Você pode transferir seu contrato para outro banco que ofereça taxa menor. O banco original não pode se recusar.
Mito 5: "O banco pode mudar a taxa depois de assinar o contrato"
Verdade: A taxa do consignado é pré-fixada e contratual. Uma vez assinado o contrato, a taxa não muda durante toda a vigência. Se o teto subir ou cair, só afeta contratos novos.
Mito 6: "Correspondente bancário cobra mais caro que o banco"
Verdade: O correspondente não pode cobrar taxa diferente do banco. A taxa é a mesma porque quem empresta é o banco — o correspondente apenas intermedia. Na verdade, correspondentes como a Riber comparam taxas de múltiplos bancos, o que frequentemente resulta em taxa menor do que ir direto a um único banco.
Mito 7: "Consignado só serve para quem está desesperado"
Verdade: Muitos aposentados usam consignado de forma planejada: reformar a casa, investir em saúde, ajudar na educação de netos, quitar dívidas caras. É a linha de crédito mais barata do mercado para quem recebe INSS — usar quando precisa é inteligência financeira, não desespero.
Fake news que circulam no WhatsApp sobre consignado
Mensagens alarmistas sobre mudanças no consignado são compartilhadas regularmente em grupos de WhatsApp de aposentados. As mais comuns:
- "O governo vai acabar com o consignado em 2026": Falso. Não há nenhum projeto de lei ou medida provisória nesse sentido. O consignado é uma política consolidada há décadas
- "Novo golpe do PIX está descontando parcelas de aposentados": Confuso. O Pix é apenas o meio de depósito do valor. Os descontos são feitos pelo INSS, não pelo Pix
- "Bancos estão cobrando taxa acima do teto sem punição": Se isso ocorrer, denuncie ao Banco Central. O teto é fiscalizado e bancos que ultrapassam são multados
- "Aposentado que faz consignado perde direito ao BPC": Falso. Consignado não interfere em outros benefícios do INSS
Regra de ouro: Antes de acreditar ou compartilhar informações sobre consignado recebidas por WhatsApp, verifique no site oficial do INSS (gov.br/meuinss) ou consulte a Riber.
Como verificar se uma informação sobre consignado é verdadeira
- Fonte oficial: Informações sobre teto de juros, margem e regras vêm do CNPS e do Banco Central. Consulte bcb.gov.br e gov.br/inss
- Site do banco: Taxas e condições específicas estão nos sites dos bancos (bmg.com.br, itau.com.br etc.)
- Correspondente autorizado: Na Riber, os consultores têm acesso às regras atualizadas de todos os bancos parceiros
- Agências de checagem: Lupa, Aos Fatos e Estadão Verifica publicam regularmente verificações sobre fake news financeiras
Tem dúvida sobre consignado? Pergunte a quem entende
Na Riber, esclarecemos todas as dúvidas sobre crédito consignado com transparência. Consulta gratuita e sem compromisso.
Falar com um consultor →Perguntas frequentes
O teto é 1,85% a.m. (CNPS). No BMG, taxas de 1,66% a 1,85%. Ao fazer análise com a Riber, faremos análise personalizada.
Sim. CNPJ 04.380.132/0001-47, correspondente autorizado de BMG, Itaú, PAN e Daycoval desde 2001, com 66 lojas em SP e PR.
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Felipe Piccoli
Produtor de Conteúdo da Riber | CEO da MkteúdoJornalista, especialista em Marketing Digital e CEO da Mkteúdo — agência premiada pela RD Station. Responsável pela produção de conteúdo e estratégias digitais da Riber, com mais de uma década de experiência em comunicação, marketing e geração de negócios.
Mitos sobre taxas que custam dinheiro
Mito 8: "Taxa mais baixa é sempre a melhor opção"
Verdade parcial: A taxa nominal é importante, mas o CET (Custo Efetivo Total) é o indicador real. Um empréstimo com taxa de 1,50% e seguro obrigatório de R$ 80/mês pode sair mais caro que um com taxa de 1,66% sem seguro. Compare sempre o CET entre propostas.
Mito 9: "O governo vai baixar o teto de juros para 1,00%"
Verdade: Embora haja pressão política para redução, o teto de 1,85% já é considerado baixo pelos bancos. Reduções abaixo de 1,50% podem fazer com que bancos deixem de oferecer o produto (como aconteceu em 2023-2024 quando o teto foi reduzido e vários bancos suspenderam operações). O equilíbrio atual em 1,85% permite que praticamente todos os bancos operem.
Mito 10: "Empréstimo consignado não tem IOF"
Verdade: Tem sim. O IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) incide sobre qualquer operação de crédito, incluindo consignado. A alíquota é de 0,0082% ao dia + 0,38% fixo. Em um empréstimo de R$ 10.000, o IOF total fica em torno de R$ 300-500 dependendo do prazo.
Fontes confiáveis para informações sobre consignado
Quando tiver dúvida sobre qualquer regra do consignado, consulte estas fontes oficiais:
- Banco Central: bcb.gov.br — regulamentação, taxas permitidas, registro de correspondentes
- INSS: gov.br/inss — regras de margem, extrato, bloqueio de empréstimos
- CNPS: Conselho Nacional de Previdência Social — define o teto de juros
- Procon: Orientação sobre direitos do consumidor em operações financeiras
- Riber: ribercred.com.br — correspondente autorizado desde 2001 com consultores especializados
Desconfie de informações que chegam por WhatsApp, SMS ou ligação. Na dúvida, pergunte diretamente a um consultor Riber — a orientação é gratuita e sem compromisso.
Quanto a desinformação custa ao aposentado
Mitos e fake news sobre consignado não são apenas incômodos — custam dinheiro real. Veja exemplos de como a desinformação prejudica financeiramente:
- Medo de fazer portabilidade: Um aposentado que paga 2,14% quando poderia estar pagando 1,66% perde R$ 100+ por mês em juros desnecessários. Em 5 anos, são R$ 6.000 jogados fora
- Recusa em usar consignado por vergonha: Quem mantém dívida no cartão de crédito (14% a.m.) porque tem vergonha de fazer consignado (1,66% a.m.) paga 8 vezes mais juros pelo mesmo valor
- Aceitar a primeira oferta por não saber que pode comparar: A diferença entre a pior e a melhor taxa de consignado em 2026 é de 0,46 pontos percentuais (1,39% vs. 1,85%). Em R$ 20.000 por 96 meses, isso representa R$ 4.000+ de diferença
- Não contestar descontos indevidos por achar que é normal: Aposentados que aceitam descontos de associações fraudulentas perdem R$ 360 a R$ 720 por ano — dinheiro que poderia estar na reserva de emergência
A informação é a melhor proteção financeira. Compartilhe este artigo com aposentados que você conhece — ajudar alguém a não cair em mitos sobre consignado é um ato de verdadeira solidariedade.
Como proteger aposentados da família contra fake news financeiras
Se você tem pais, avós ou tios aposentados, pode ajudá-los a se proteger contra desinformação financeira:
- Configure o Meu INSS no celular deles: Instale o app, faça o cadastro na conta gov.br e ensine a verificar o extrato mensalmente
- Ative o bloqueio de empréstimos: No Meu INSS, bloqueie novos empréstimos para evitar contratações fraudulentas
- Seja a fonte confiável: Antes de repassar informações sobre consignado que circulam em grupos de WhatsApp, verifique nos sites oficiais (INSS, Banco Central)
- Acompanhe as finanças juntos: Uma conversa mensal sobre o extrato bancário e as parcelas pode evitar problemas que levariam meses para resolver
- Indique a Riber: Quando o aposentado da família precisar de orientação sobre consignado, portabilidade ou qualquer questão de crédito, a Riber oferece atendimento presencial e esclarece dúvidas gratuitamente
A desinformação se combate com informação de qualidade. Compartilhe este artigo com os aposentados que você quer proteger — cada mito desfeito é dinheiro economizado e golpe evitado.
As verdades que todo aposentado precisa saber sobre consignado
Para encerrar, as verdades fundamentais que desfazem qualquer mito:
- O consignado INSS é regulado pelo governo, com teto de juros e fiscalização do Banco Central
- Não exige nome limpo, fiador ou garantia
- A taxa é a menor do mercado porque o pagamento é automático via INSS
- A portabilidade é um direito: você pode trocar de banco a qualquer momento para pagar menos
- Nenhum correspondente ou banco legítimo cobra taxa antecipada para liberar empréstimo
- A dívida do consignado geralmente não passa para os herdeiros (seguro prestamista quita)
- Você pode quitar antecipadamente a qualquer momento com desconto de juros
- Correspondentes como a Riber comparam múltiplos bancos para encontrar a melhor taxa — sem custo adicional para você
Informação é proteção. Compartilhe estas verdades com quem você quer proteger.
Na dúvida sobre qualquer informação que receber sobre consignado, não compartilhe sem verificar. Consulte o site do INSS, do Banco Central, ou fale com um consultor Riber. A desinformação só perde força quando cada pessoa decide checar antes de repassar. Proteja-se e proteja quem você ama com informação verificada e confiável.
Crédito consignado é um direito, não um favor. É regulado, fiscalizado e oferece a menor taxa do mercado para aposentados. Use com consciência, compare antes de contratar e nunca pague taxa antecipada para ninguém.
