Resumo do artigo
- 5 tipos de empréstimo pessoal — do consignado ao crédito sem margem
- Tabela comparativa de taxas com referência BMG e lojas Help
- Quando vale a pena contratar e quando evitar
- Como comparar pelo CET e não cair em propaganda enganosa
- Análise personalizada com a Riber — condições podem variar conforme perfil
O que é empréstimo pessoal e como funciona
Empréstimo pessoal é toda modalidade de crédito em que uma instituição financeira empresta um valor ao cliente, que se compromete a devolver em parcelas acrescidas de juros. Diferente do financiamento (que é vinculado a um bem específico, como carro ou imóvel), o empréstimo pessoal é de uso livre — você pode usar para quitar dívidas, reformar a casa, investir em saúde ou qualquer outra necessidade.
O que diferencia as modalidades entre si é a garantia oferecida ao banco. Quanto maior a garantia, menores os juros. É por isso que o consignado (com desconto em folha) tem as taxas mais baixas, enquanto o crédito pessoal sem garantia cobra mais caro.
Tipos de empréstimo pessoal disponíveis
1. Empréstimo consignado
Parcelas descontadas do salário, benefício INSS ou pensão. Disponível para aposentados, pensionistas, servidores públicos e CLT. Taxas no BMG: 1,66% a 1,85% ao mês para INSS, com prazo de até 96 meses. É o crédito mais barato do mercado.
2. Antecipação do saque-aniversário do FGTS
Para trabalhadores com saldo no FGTS que aderiram ao saque-aniversário. O banco antecipa as parcelas anuais futuras. Desde novembro, as regras ficaram mais restritivas: máximo de 5 parcelas de até R$ 500 (total R$ 2.500), com carência de 90 dias após adesão. A partir de novembro, o limite cai para 3 parcelas (R$ 1.500).
3. Crédito na Conta (CNC)
Oferecido pelo BMG e lojas Help para aposentados e servidores que não têm margem consignável. As parcelas são debitadas automaticamente da conta. Juros de 10,9% a 26,0% — significativamente mais caros que o consignado, mas uma opção para quem esgotou a margem.
4. Empréstimo pessoal sem garantia
Oferecido por bancos e fintechs, sem vínculo com folha de pagamento ou benefício. Taxas médias de 5% a 8% ao mês, com análise de crédito rigorosa. Indicado para quem não se enquadra no consignado.
5. Empréstimo com garantia (home equity / veículo)
Usa um imóvel ou veículo como garantia. Taxas mais baixas (a partir de 1% a 2% a.m.) e prazos longos, mas há risco de perder o bem em caso de inadimplência.
Comparativo de taxas — referência BMG e lojas Help
| Modalidade | Taxa mensal | Prazo | Para quem? |
|---|---|---|---|
| Consignado INSS | 1,66% a 1,85% | Até 96 meses | Aposentados e pensionistas |
| Consignado CLT | 2,50% a 3,26% | Até 48 meses | Trabalhadores CLT |
| Antecipação FGTS | 1,50% a 2,50% | Até 5 parcelas | Trabalhadores com FGTS |
| Crédito na Conta (BMG/Help) | 10,9% a 26,0% | Variável | Sem margem consignável |
| Empréstimo pessoal comum | 5% a 8% | Até 60 meses | Qualquer pessoa |
| Cheque especial | 7% a 13% | Rotativo | Correntistas |
| Rotativo cartão crédito | 12% a 15% | Rotativo | Portadores de cartão |
CET: o indicador que você precisa comparar
Muitas propagandas destacam apenas a taxa de juros nominal, mas o custo real de um empréstimo é medido pelo CET (Custo Efetivo Total). O CET inclui juros + IOF + tarifas administrativas + seguros obrigatórios — tudo o que você realmente vai pagar.
Dois empréstimos com a mesma taxa de juros podem ter CETs muito diferentes por conta de seguros embutidos ou tarifas ocultas. Sempre peça o CET antes de assinar.
Quando vale a pena e quando evitar
Vale a pena quando:
- Você precisa trocar dívidas caras (cartão de crédito, cheque especial) por parcelas menores com juros baixos
- Há uma necessidade real e planejada — reforma, saúde, educação
- A parcela cabe confortavelmente no orçamento sem comprometer despesas essenciais
Evite quando:
- O dinheiro é para consumo supérfluo — viagem ou compras que podem esperar
- Você já está superendividado e a nova parcela vai agravar a situação
- Alguém está pressionando para decisão rápida — golpistas usam urgência como tática
Documentos necessários
- RG ou CNH (documento com foto)
- CPF
- Comprovante de endereço atualizado (últimos 90 dias)
- Comprovante de renda ou número do benefício INSS
- Dados bancários para depósito (preferencialmente conta com Pix)
Análise personalizada com a Riber
A Riber é correspondente bancário autorizado desde 2001, com parceria com BMG, Itaú, PAN e Daycoval. Nossos consultores comparam propostas de diferentes bancos para encontrar o menor CET para o seu perfil — seja para consignado, portabilidade ou crédito pessoal. Atendimento presencial em 66 lojas ou pelo digital.
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O consignado INSS, com taxas de 1,66% a 1,85% ao mês no BMG. Para CLT, o Crédito do Trabalhador tem taxas entre 2,50% e 3,26%. Ao fazer análise com a Riber, faremos uma análise personalizada e as condições podem variar.
Não necessariamente. Muitas instituições depositam o valor em qualquer conta via Pix. Na Riber, trabalhamos com BMG, Itaú, PAN e Daycoval — você não precisa ser correntista.
Depende da modalidade. No consignado INSS, sim — não há consulta ao SPC. No empréstimo pessoal sem garantia, a maioria dos bancos nega. O Crédito na Conta (CNC) do BMG também exige análise.
A taxa de juros é apenas um componente do custo. O CET (Custo Efetivo Total) inclui juros + IOF + tarifas + seguros — é o indicador real do quanto você vai pagar.
No consignado, geralmente 24h após aprovação. No CNC do BMG, também até 24h. Empréstimos pessoais de outros bancos podem levar de 1 a 5 dias úteis.
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Felipe Piccoli
Produtor de Conteúdo da Riber | CEO da MkteúdoJornalista, especialista em Marketing Digital e CEO da Mkteúdo — agência premiada pela RD Station. Responsável pela produção de conteúdo e estratégias digitais da Riber, com mais de uma década de experiência em comunicação, marketing e geração de negócios.

